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Design Patterns num Mundo Real
15/06/09

Este é o primeiro de uma série de posts que pretendo abordar as boas práticas de programação em Flex. A intenção é discutir Orientação à Objetos e Design Patters, deixando de lado a “beleza” da Interface de Usuário que o Flex proporciona, e pensar em questões técnicas de desenvolvimento de RIA, como performance, manutentabilidade e escalabilidade.

Uma das grandes mudanças do Flex 4 é o conceito “design in mind”, que define caminhos diferentes no workflow de designers e desenvolvedores. Volto a atenção neste posts ao desenvolvimento, não se esquecendo da importância do design para as aplicações ricas, mas procurando resolver problemas drásticos que muitas vezes são ocultados através de aplicações “bonitas”.

Boas práticas envolvem uma série de conceitos e padrões, que muitas vezes não precisamos nos preocupar em inventar algo, e sim seguir recomendações e regras muito bem descritas. Inicialmente quero apresentar os frameworks arquiteturais que julgo interessantes, explanar suas concepções e como podem nos ajudar no dia-a-dia. Depois quero mostrar implementações de design patterns que resolvem problemas recorrentes e estudar a arquitetura do Flex SDK.

Aqui escreverei sobre a ótica da minha experiência, e não quero fazer dela a verdade. Toda discussão sobre o assunto será muito bem aceita e importante para amadurecermos como desenvolvedores de software.

Surpreenda seus usuários
21/03/09

No cotidiano de um desenvolvedor de software, nos constantes desafios entre tecnologia e negócio, pensar diferente e a busca pelo surpreendente não é nada fácil, principalmente quando há um cronograma lhe apertando. Muitas vezes deixamos de lado o desejo de encantar nossos usuários, e criamos algo dentro do comum, que apenas muda o status do desenvolvimento de um caso de uso para finalizado.

Não que cronograma e gestão de requisitos não sejam importantes, mas não consigo imaginar um software com qualidade, que tenha sido desenvolvido dentro do cronograma e escopo, mas que não traz aos usuários o gosto pelo seu uso. Também de nada vale entregar algo aparentemente surpreendente, que custou o dobro do previsto e possui brechas de negócio.

E tenho vivenciado que encantar usuários pode não ser difícil se centrarmos o desenvolvimento na experiência dele, e fazer com que a interação com o aplicativo seja inovadora e divertida, e que cada clique reflita e justifique a existência do sistema.

Tenho buscado soluções que me ajudem nesta tarefa, e numa destas buscas encontrei o Degrafa, uma biblioteca de componentes para trabalhar de forma mais amigável com gráficos no Adobe Flex, que tem me ajudado a construir as coisas que aparecem em minha mente nos constantes momentos de matutação. Insisti comigo mesmo em criar algo pensando no que serial o ideal e não com que aquilo que tenho em mãos para construir. Ou seja, desenhei uma interface sem levar em conta os componentes que tenho, e a grande surpresa foi que não demorei mais tempo programando porque fiz algo diferente, pelo contrário, a programação foi mais ágil porque sabia exatamente qual deveria ser o resultado final. 

E nesta missão de criar aquilo que temos em mente, há componentes e bibliotecas interessantes para Adobe Flex. Selecionei meus favoritos:

Penso que fazer coisas diferentes não custa mais num projeto de software, e pode ser uma tática para arrancar um sorriso do usuário.

»  Substance: WordPress   »  Style: Ahren Ahimsa